
Eu a conheci a um ano e pouco.
Um ano que parece eternidade.
Segundos que parecem anos.
Abraços que trazem o paraíso.
Ela sabe sorrir. O sorriso mais sincero, capaz de invadir a nossa alma.
Um olhar ... AQUELE olhar, que dispensa palavras ou gestos e apenas o silêncio
complementa.
Ela gosta de escrever.
Versos que vem do fundo da alma.
Versos que refletem cicatrizes feitas por pessoas más e outros que refletem a esperança, a simplicidade e a inocência que nela nunca morre.
Ela não tem medo de chorar e nem de ser ela mesma.
Ela não tem medo de ser tão doce em um mundo tão amargo.
Fisicamente ela é uma pessoa grande, mas por dentro é tão pequenina.
Não que seu caráter ou sua bondade sejam pequenos, pois são imensos. Mas a pequenez é referente a criança que existe dentro dela.
Pequena criança.
Tão meiga, tão frágil.
Uma criança que só quer ser valorizada. Que só quer que as pessoas reconheçam o seu esforço para vê-las sorrir.
A criança que sonha em um dia ser o motivo da aceleração do coração de alguém!
Especialmente pra minha amiga, Déborah Vaz Marques. Porque esse texto não se encaixa em mais ninguém a não ser em você. Te Amo muito, minha poeirinha cósmica.
Nunca deixe o mundo mudar você (:
que liindo esse texto amor, muito obrigada por tudo que você já me deu, apenas pela sua companhia a cada dia, eu te agradeço, do fundo do meu coração.
ResponderExcluir